Peru, chester ou tender? Entenda as diferenças e escolha a melhor carne para a ceia natalina

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Definir a proteína principal da ceia de Natal é uma das escolhas mais simbólicas das festas de fim de ano. Entre as opções mais comuns estão o peru, o chester e o tender, alimentos que costumam ocupar lugar de destaque nas mesas brasileiras. Apesar de serem associados ao mesmo período, eles apresentam diferenças relevantes quanto à origem, ao sistema de produção, ao rendimento e ao comportamento de preços no mercado.

Entenda o que diferencia peru, chester e tender
De acordo com a Embrapa Suínos e Aves, o peru é uma ave de espécie própria, criada especificamente para esse propósito e conhecida pelo porte maior em relação a outras aves. Já o chester é resultado de um processo de melhoramento genético do frango, desenvolvido para oferecer maior quantidade de carne, especialmente no peito e nas coxas.

O tender, por sua vez, não se trata de uma ave. O produto é elaborado a partir do pernil suíno, que passa por etapas industriais como cura, salga e cozimento antes de ser comercializado. Essas características explicam por que cada opção apresenta preços distintos, níveis variados de oferta e diferentes formas de preparo durante o período natalino.

Disputa no mercado e reflexos nos preços
Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq-USP), a proximidade do Natal intensifica a concorrência entre as proteínas no mercado interno. As aves típicas da época, como peru e chester, competem diretamente com o frango convencional, enquanto a carne suína ganha espaço com itens específicos para as celebrações, como o tender. Essa disputa influencia tanto a disponibilidade quanto os valores praticados ao consumidor.

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